Teatro do Grande Urso Navegante

Atuamos em escolas, teatros, empresas de qualquer natureza, entidades assistênciais, hospitais, congressos de educação, bibliotecas, entre outras. Para contratar escreva para: laerteasnis@yahoo.com.br

11.5.09

NOSSA AGENDA e PRÓXIMAS ESTRÉIAS

Próxima Estréia

“O PASSARINHO RAFA” , peça  teatral baseada no livro homônimo de  Regina Drummond

Dia 12/12/09 às  11:00 h na Livraria Cortez - São Paulo/SP (com a  presença de Regina Drummond)

Escreva para laerteasnis@gmail.com solicitando os locais de  nossas próximas apresentações.

e aproveite para conhecer nossa peça “NÃO JOGUE FORA NÃO” - Teatro Ambiental , no blog http://teatroambiental.blog.terra.com.br

Grande  Abraço

Laerte Asnis

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2.10.08

AS CORES DO CREPÚSCULO

Adaptação do livro As Cores do Crepúsculo: A Estética do Envelhecer (Papirus Editora) do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves (www.rubemalves.com.br)

Adaptação: Cristiane Rodrigues e Laerte Asnis

Encenada por: Camila Paes e Laerte Asnis

Teclado e Direção Musical: Valéria  Peres

Direção Geral: Laerte Asnis

Duração: 45 minutos

“E foi assim que começou o meu ‘caso de amor’ com a velhice, com o rigor de um silogismo. Primeira premissa: eu sou velho; o gesto da moça do metrô o atesta. Segunda premissa: a velhice é a tarde imóvel, banhada por uma luz antiquíssima; a metáfora poética assim o declara. Terceira premissa: essa tarde imóvel me encanta, é bela.

Conclusão: a velhice é bela como a tarde imóvel. Essa imagem me trouxe grande alegria. Ela dava conteúdo sensível àquilo que eu estava sentindo. (…) Eu podia então falar sobre a velhice falando sobre o crepúsculo. (…) O crepúsculo é o dia chegando ao fim. O tempo se acelera: como se transformam rápidas as cores das nuvens, no seu mergulho na noite! E, paradoxalmente, o tempo fica imóvel, paralisado num momento eterno. Por isso que o crepúsculo é um momento sagrado, de oração, quando o eterno se oferece a nós numa taça efêmera. Por isso cessa o trabalho. É momento de oração: angelus. Somente os sentidos atentos, em contemplação…

É a velhice um estado de resignação e descanso depois de uma vida de dores ou tempo de liberdade para ser criança e não ser mais útil, pronto para brincar? O Teatro do Grande Urso Navegante traz para o palco a poesia que o escritor, educador e psicanalista Rubem Alves constrói em torno da velhice, com suas indagações e seu olhar aguçado. O que o velho pode fazer dessa época crepuscular? O que fazer da liberdade que a vida lhe entrega? Os velhos, segundo Rubem, não têm nada a perder. O que teriam a ganhar?

Data de Estréia
Dia 01 de Outubro de 2008 – SESC CATANDUVA

Público Alvo: 3ª Idade

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19.8.08

Sobre a Família “Grande Urso Navegante”

Artigo publicado no Suplemento Feminino do jornal O ESTADO DE S.PAULO
em 13/08/2006 (Foto de capa)

Paternidade fora do padrão
Eles educam seus filhos sem seguir as tradicionais regras sociais e se orgulham de lhes oferecer uma rotina diferente

Ciça Vallerio

Alguns pais nadam contra a maré das convenções sociais. Da rotina diária à educação, esforçam-se bravamente para oferecer aos filhos uma vida fora dos padrões - sempre com o apoio das parceiras, vale observar. O ator e diretor de teatro Laerte Asnis é um desses raros exemplares. Por causa de seu estilo alternativo de criar os rebentos, já encarou olhar torto de familiares e amigos.

Os seus filhos Gabriel, de 13 anos, e Yuri, de 10, cuja mãe é pianista erudita, foram “concebidos no palco” e convivem numa atmosfera teatral desde bebês. Laerte (foto de capa) criou a Cia de Teatro do Grande Urso Navegante, projeto pelo qual faz adaptações de livros e apresenta as peças em teatros, escolas, hospitais e empresas, de vários cantos do País.

A família forma uma trupe de saltimbancos, na qual cada um tem a sua função. O filho mais velho toca violino durante as apresentações e acompanha a mãe no teclado, enquanto o pai é o ator. O mais novo, em breve, vai assumir o violão. Todos trabalham juntos, na frente e atrás do palco. Os garotos foram alfabetizados em casa. Gabriel só entrou na escola aos 10 anos e foi direto para a quarta série. Aos 7 anos, Yuri foi encaixado na primeira série, já sabendo ler, escrever e fazer contas.

“Meus filhos estudaram ouvindo histórias, músicas - que vão de Bach a Jerry Lee Lewis - e cantigas de roda”, conta Laerte, de 45 anos. Instruíram-se também brincando de jogo da forca, xadrez, entre outros. Durante as viagens, liam placas das estradas, nomes de ruas, embalagens, livros… O mais novo aprendeu matemática ficando à frente da bilheteria durante as apresentações.

Os dois conheceram muitos lugares diferentes: periferias, favelas, acampamentos dos sem-terra, hotéis baratos e caros. Andaram de Fusca, de Mercedes, trem, avião, comeram em botecos, restaurantes de beira de estrada e finos. “Acredito que essa diversidade de informações contribuiu demais para o desenvolvimento do Gabriel e do Yuri. Eles sabem dar valor às coisas”.

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24.7.08

O PASSE E O GOL

Teatro do Grande Urso Navegante

Apresenta a peça teatral

O Passe e o Gol

(Para escolas, empresas e demais instituições)

O Primeiro livro infantil da Editora Papagaio, www.editorapapagaio.com.br é um gol de placa

Marca a estréia na literatura infantil de Juca Kfouri, um dos mais importantes jornalistas do país. E o tema só poderia ser o que ele gosta, escreve, fala e discute todo dia: futebol.
“Foi o texto mais difícil que escrevi até hoje. O que mais me exigiu e deu trabalho. Escrevi e reescrevi várias vezes, sempre com a sensação de que não estava bom. Nunca pensei que escrever para crianças fosse tão difícil”.
O Passe e o Gol conta a história dos gêmeos Joãozinho e Marinho, que poderiam muito bem viver em São Paulo, mas moram em outra cidade: moram em Corinthians…
Joãozinho e Marinho são amigos pra valer, para o que der e vier. Companheiros o tempo todo, menos quando o assunto é futebol. Aí o bicho pega, não tem acordo. Porque Marinho prefere fazer o passe e Joãozinho adora marcar gols e se vangloriar de sua capacidade de ser artilheiro. Por isso humilha o irmão.
Até que um dia vão disputar o campeonato escolar jogando no mesmo time, o Preto e Branco Futebol Clube, que tem entre seus adversários o temido Mascarados Futebol Clube. Será que nessa hora os irmãos vão se entender?

Pré estréia oficial dia 22/02/08 com a presença de Juca Kfouri
Local: Associação Monte Azul em São Paulo


Foto de Shinji Nagabe

Com a palavra Juca Kfouri:

Emoções

Volto de uma das maiores emoções de minha vida.

Estive na Associação Comunitária Monte Azul (monteazul@monteazul.org.br) , que é membro da Aliança Mundial pela Infância, no Jardim Monte Azul, periferia de São Paulo.
Lá vi, com cerca de 100 crianças carentes, a primeira encenação da peça “O Passe e o Gol”, apresentada pelo Grupo Grande Urso Navegante, de Laerte Asnis.
Jamais imaginei que um texto tão despretensioso virasse livro e, agora, peça de teatro infantil.
É por coisas como essas que a vida vale a pena.
O olhar daquelas crianças, a alegria delas, seu entusiasmo durante o espetáculo, não há o que pague.

Escrito por Juca Kfouri às 15h23 do dia 22/02/2008 em seu Blog:

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/arch2008-02-17_2008-02-23.html#2008_02-22_15_23_56-9991446-0


Foto de  Karina O.

Foto de Henrique S.

Ficha Técnica

Texto Original: Juca Kfouri
Adaptação, Encenação e Direção: Laerte Asnis.
Teclado e Direção Musical: Valéria Peres
Assistentes de Direção: Gabriel Zissi e Yuri Peres Asnis
Duração: 50 minutos

O Passe e o Gol propõe discutir o relacionamento entre irmãos, no caso irmãos gêmeos, e a rivalidade tão comum entre eles. Quem é o melhor? É aquele que passa a bola ou quem faz o gol? Isso permite refletir sobre a importância que cada um desempenha dentro do grupo e a necessidade de se contar com todos, com suas habilidades individuais, para que o projeto coletivo seja bem sucedido.
A partida de futebol, momento em que os irmãos gêmeos jogam pelo mesmo time, introduz a questão tão presente no cotidiano infantil que é saber ganhar e saber perder. Sugere, ainda, a exploração de temas como o respeito pelas diferenças, o companheirismo e a união.

Direitos de encenação cedidos por Juca Kfouri e Editora Papagaio a Laerte Asnis, por 05 anos.

A peça “O PASSE E  O GOL” já foi encenada nas  seguintes instituições:

Projeto BiblioSESC/São Paulo/SP

SESC Itaquera/São Paulo/SP

SESC Interlagos/São Paulo/SP

SESC Taubaté/SP

SESC Santos/SP

SESC Santo André/SP

Ong Beija Flor/Diadema/SP

Biblioteca Monteiro Lobato/São Paulo

Associação Monte Azul/São Paulo/SP

Livraria da Vila/São Paulo/SP

Livraria Cortez/São Paulo/SP

Espaço 7/Contribuinte da Cultura/São Carlos/SP

Espaço Cultural CPFL/Campinas/SP

Universidade Federal de São Carlos/SP

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14.6.08

POR QUE MENINOS TÊM PÉS GRANDES…?

POR QUE MENINOS TÊM PÉS GRANDES E MENINAS TÊM PÉS PEQUENOS?

Texto Original: SANDRA BRANCO
Adaptação, Encenação e Direção: LAERTE ASNIS.
Teclado e Direção Musical: VALÉRIA PERES

O Texto de Sandra Branco conta à história de um questionamento muito curioso: Será que pés delicados são sempre das meninas e pés grandes são sempre de meninos? Ou será que tudo não passa de um mal entendido? Meninos podem brincar de bonecas? E meninas? Podem jogar futebol? Mas afinal? Somos o que somos ou somos o que queremos ser? Ou ainda…Será que somos aquilo que os outros querem que a gente seja? (UFA!). Uma aventura pra lá de saborosa. A história nos faz pensar sobre a verdadeira importância da vida, ou seja, ser e saber ser feliz. Música ao vivo, com repertório erudito e cantigas de roda.

Sandra Branco afirma que o livro "fala primeiro para a criança, para tirar o medo e a angústia". Mas que é principalmente voltado para pais e professores. "Muitos não sabem lidar com a questão da diferença. O grande objetivo da educação é tornar as pessoas mais felizes, e o ensino e a instrução estão fazendo o contrário", critica. "Meu objetivo é diminuir o preconceito, principalmente na escola”.

Peça teatral para todas as idades e lugares - Duração: 50 MINUTOS

criado por lasnis    23:51 — Arquivado em: Sem categoria

O PASSARINHO ENGAIOLADO


Texto Original: Rubem Alves
Adaptação, Encenação e Direção: Laerte Asnis.
Teclado e Direção Musical: Valéria Peres
Atriz Convidada: Camila Paes

Duração: 45 minutos·
O Texto de Rubem Alves conta a estória de um passarinho que vivia preso em uma gaiola e que, ao conseguir desfrutar da liberdade tão desejada, começa a sentir o peso de ser livre. A peça tem música ao vivo, com repertório erudito e cantigas de roda.

Esta peça já apresentamos nos seguintes locais:

- SESC Catanduva

- SESC Interlagos/São Paulo

- Espaço Cultural CPFL/Campinas

- Casa do Lago/UNICAMP/Campinas

criado por lasnis    23:42 — Arquivado em: Sem categoria

23.2.08

A PIPA E A FLOR do livro homônimo de Rubem Alves

 2009 - 10 Anos em Cartaz

A peça teatral A PIPA E A FLOR, do livro homônimo de Rubem Alves, em cartaz desde 1999, 533 apresentações, sendo 55 em Portugal em 2001, inclusive no Festival Internacional de Joane, continua pelos palcos, livrarias, escolas, ruas, praças, congressos de educação, eventos ,universidades, empresas e instituições assistenciais e projetos de incentivo à leitura

Em nosso blog http://apipaeaflor.blog.terra.com.br  todas as informações, com carta de Rubem Alves, Artigo Site Liberpolis de Portugal, Fotos e Release e Artigo do "Estadão" sobre nosso trabalho

criado por lasnis    10:26 — Arquivado em: Sem categoria

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